Gincana – Arte e Integração

Terça-feira anterior à gincana. Equipes a todo vapor no Poliesportivo. Inúmeros detalhes a serem preparados. Tudo para que as torcidas fiquem perfeitas.

Amanhece e o Campus Machado, após muita preparação, vê o pontapé inicial de sua Gincana Artístico-Cultural. Na parte da manhã, uma série de provas exigiu que os participantes mostrassem suas habilidades. Era preciso ter fôlego para estourar o mais rápido possível uma bexiga, ser rápido na corrida do saco, ser ágil para amarrar sapatos e ter boa memória no “Qual é a música?”. Além disso, as equipes deveriam estar prontas para quaisquer provas surpresas que surgissem, como encontrar o mais jovem servidor do Instituto.

Em meio a tudo isso, houve também polêmica. Devido a certos problemas com o regulamento, a prova Soletrando foi, lamentavelmente, cancelada. Com a falta de tempo, outras provas também não puderam ser realizadas e, assim, a parte da manhã chegou ao fim.

As atividades que ocorreram nesse período, muito além da competição em si, serviram para evidenciar que a inteligência pode se apresentar de maneiras alternativas, seja no esporte, na música ou em várias outras áreas.

Além da recreação e da arte, os alunos foram motivados a desenvolver o espírito solidário por meio de uma prova social, que envolvia a coleta de uma série de materiais, que seriam destinados ao Abrigo Jesus, Maria, José; beneficiando, assim, a comunidade machadense.

Durante a tarde da quarta-feira, apenas ensaios. Todos preparavam-se incessantemente para a noite: o momento decisivo para as equipes, afinal, as provas noturnas eram as de maior pontuação.

Em um lotadíssimo Espaço Sociocultural, alunos, amigos, pais, professores e funcionários uniram-se para prestigiar o talento artístico dos participantes. A primeira prova: Stand-up. Uma das equipes foi realmente engraçada ao explorar o humor do difícil dia a dia dentro do IF. As outras dividiram-se entre o polêmico e o nem tão engraçado. Logo em seguida, um momento de exaltação ao Campus Machado. Em homenagem aos tão bem vividos 60 anos da instituição, a proposta era que cada equipe compusesse um hino. Assim, os jurados e a plateia ouviram atentos a belas apresentações de melodias agradáveis que glorificavam esse lugar de que tanto gostamos. O melhor foi o desfecho: a dança. As equipes, depois de inúmeros ensaios, não decepcionaram e se apresentaram de forma encantadora. Uma, inclusive, perambulou pelo passado, narrando a história por meio de músicas e movimentos.

Após as provas, que nos relembraram o porquê de amarmos tanto as artes, as equipes se aglomeraram no palco e demonstraram união, mesmo em um cenário de competição. Apesar do resultado e do título de campeão da Gincana serem importantes, nada supera os momentos que ela proporciona. Afinal de contas, mesmo com tantos esforços, é a oportunidade perfeita para fugir da exaustiva rotina “IFiana”, conhecer outras pessoas que nem sonhávamos que existiam e vivenciar diferentes experiências ao participar das provas.

Foi desse modo que mais uma Gincana Artístico-Cultural do Campus Machado chegou ao fim.

 

 

 

 

 

 

 

 

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